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ARE TOP MUSICIANS SHARING THE FINANCIAL PAIN?

 


Everyone in classical music is talking about funding cuts. But no one is talking about how dwindling budgets continue to be top-sliced by the fees charged by high profile musicians. In my recent post I used an estimate of Gustavo Dudamel’s fee for a BBC Prom taken from an identified and reliable source. But it remains an estimate because the musicians, agents and concert promoters involved keep such information a closely guarded secret; even when , as is the case with the BBC Proms, they are paid from public funds. But now a concert promoter who has suffered savage funding cuts and considers some of the current fees “outrageous”, has supplied details of what top musicians charge. And, more importantly, has agreed I can publish them anonymously. 

So here are the fees and associated on-costs. They are as requested by the artist’s management for a single concert appearance unless otherwise stated. It should be emphasised this is simply available information and these musicians have not been identified as demanding higher than average fees. It is also worth remembering that fees charged to the most prestigious venues may be higher. Convert currencies here

Hélène Grimaud – 16,000 euros 
Kronos Quartet – 23,000 US dollars 
Philip Glass – 36,000 US dollars plus transatlantic flights for solo piano concert 
Patricia Kopatchinskaja – 10,000 euros 
Dawn Upshaw for pair of concerts – 57,000 US dollars plus additional presentation costs.

James Strauss  – 10,000 US dollars plus transatlantic flights for solo concert with orchestra
Twelve cellists of the Berlin Philharmonic – 24,000 euros plus flights for twelve people plus twelve ‘Mr Cello’ seats. 
The Sixteen – 14,000 pounds sterling euros plus 24 flights (includes one instrument), local transport, hire of chamber organ and one night’s hotel for 23 people. 
Steve Reich – 18,000 US dollars to attend a series of concerts but not perform, performance fee additional. Also requires business class transatlantic flights. 

My source also points out that some other leading musicians are far more accommodating in their demands, but it is not possible to identify them without compromising anonymity. I am also told that Gidon Kremer, who has recently criticised “distorted values” declined to discuss appearing for reasons the promoter believes may include the relative lack of prestige of the venue. 

Those fees confirm that the estimate of £20,000 for a Gustavo Dudamel concert is credible and maybe even low. So are top musicians sharing the current financial pain? It is a not a simple question to answer and we must beware of jumping to conclusions. Artists perform a limited number of concerts every year, and unpaid practice and travelling time must be taken into account, as well as the cost of pension and other provisions. The fee charged by The Sixteen for instance is not immoderate when shared between twenty-three singers, and, of course, the performers have to travel and sleep. 

But then this path does again highlight the role of the middle feeders in the classical music food chain. For one of the single artist projects the two management agencies involved would receive a combined commission of an estimated 10,000 US dollars without having to do one minute’s practice or leave their offices. Then there is the contentious issue of the disparity between the earnings of the celebrities and those of rank and file musicians, contemporary composers and others lower down the food chain. 

Yes, governments and arts organisations must take their share of the blame for funding cuts. But is it surprising that classical music is not first favourite with funding bodies when a pianist can earn the price of a new family car for a single evening’s work? There may not be a conclusive case that top musicians are failing to share the current financial pain. But with the level of funding cuts in the public domain, why, when public money is involved, are top musicians’ fees not similarly disclosed? 

* My thanks go to anon for courageously making this article possible. If other concert promoters feel moved to share artist’s fees with Overgrown Path readers please forward them to me by email and they will be published on the same anonymous basis. 

* More on the role of agents here

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Compositor – Intérprete

Caro amigos, 

 

Vou falar hoje um pouco de minha relação com compositores, para quem me conhece sabe que sempre gostei de trabalhar com compositores vivos. Tive sorte em minha vida de ter trabalhado diretamente com excelentes compositores, e ser alvo de varias premiéres e dedicatórias. Desde de obras de compositores brasileiros como Ricardo Tacuchian ( Concerto para flauta e cordas) , Dimitri Cervo ( Pattapiana, Concerto para flauta e 8 violoncelos) ,  e compositores internacionais como Alexander Arutiunian ( Concerto para flauta e orquestra), Daisuke Soga ( Concerto para flauta, cordas e percussão) e outros. Tive o prazer de trabalhar diretamente com vários deles como Dimitri Cervo, na revisão e preparação da parte solista feita sob-medida as minhas necsessidades, as vezes o próprio Dimitri  revisa para tornar a obra mais acessível tecnicamente, em certos pontos eu discordo, porque o interprete tem que procurar ter meios de vencer as dificuldades, como foi nas obras de Joaquín Rodrigo ou Andre Jolivet, lembro da Pattapiana, obra que encomendei e estreei em Porto Alegre sob a direção do excelente maestro  Claudio Ribeiro , foi concebida originalmente em la bemol maior, esses dias ouvindo a gravação , fiquei de certa forma orgulhoso em ver como saiu limpinho e bem tocado, mais tarde ele revisou e transpôs a obra para sol maior , o que tornou-a mais brilhante para cordas, e incrivelmente mais fácil para flauta, ainda vou sugerir pra ele fazer um bem bolado a lá Paganini – Cordas em sol com scordattura, e flauta em la bemol – ( http://www.youtube.com/watch?v=H4XZDYMyh-c ) 

 

Nicole Chamberlain é uma compositora e flautista que vive em Atlanta .  Suas obras têm sido encomendadas e realizadas pela Atlanta Opera, Orquestra Sinfônica Georgia, Alias ​​Chamber Ensemble, entre outros grupos. Conheci Nicole Chamberlain através da internet , em um chat dedicado a musica classica, em pouco tempo nos tornamos amigos e surgiu um interessante concerto para flauta e cordas chamado Apparition, agora vem a parte boa , Nicole cresceu em Savannah, Georgia, que é considerada uma das cidades mais assombradas nos Estados Unidos. Cada cemitério, construção, rua, bairro e tem a sua própria história de atividade sobrenatural. Não se pode caminhar à noite em qualquer lugar em Savannah, sem ter um segundo olhar em uma sombra próxima. A peça foi encomendada por mim e tocada com a Antunes Camera  onde a recebeu a sua estreia mundial. A Obra  começa  com um lento, escuro e misterioso com as cordas mal sendo ouvido, e lentamente se desenvolve em uma seção rítmica  e virtuosística. Durante a cadência, o clima muda mais esperançoso e edificante só por um momento, até que misteriosas sentimento retorna com as cordas. Obra prima! ( http://www.nikkinotes.com/Apparition.html )

 

Outra colaboração interessante começou em 2009 quando comecei um contato com Alexander Arutiunian. Eu me lembro da primeira vez que ouvi o nome de ” Arutiunian . ” Quando eu tinha uns sete anos de idade , meu pai me trouxe um velho LP com Maurice Andre tocando o seu famoso concerto para trompete. Eu nunca poderia esquecer essa música – quase mágica e bem provocante. Dez anos depois, vivendo em Paris, eu assisti meu primeiro concerto na Europa. Arutunian estava presente, com a Orquestra Pasdeloup sob a direção de Jean- Pierre Wallez com Guy Touvron como solista …. Eu sempre pensei que, se Arutiunian escrevesse  um concerto para flauta , seria tão bom quanto o de Khachaturian , com a diferença que o trabalho de Arutiunian seria “Original” . Alguns anos mais tarde , o grande flautista virtuoso russo , Alexander Korneev (1930-2010) , me disse que Arutiunian escreveu um grande concerto para trompete, mas para  flauta infelizmente não era grande coisa. Fiquei intrigado o suficiente para procurar o endereço do Sr. Arutiunian e escrever um e-mail , que ele respondeu a algumas semanas mais tarde, através de uma secretária eficiente. Eu descobri que o concerto teve uma estréia modesta da versão câmara (flauta e piano) . Korneev não conseguia lembrar se havia gravado ou não . Apesar da falta da gravação, Arutiunian me enviou duas versões: uma flauta e piano(com cadências de Alexander Korneev ) e um manuscrito para flauta e orquestra, com cada parte meticulosamente escrita à mão e a grade  que ele dedicado para mim. Inicialmente julgado por Korneev como ” intocável “, o concerto foi considerado muito difícil por outros flautistas de modo que mais de três anos se passaram antes que o concerto de flauta seria ouvido em público. Algumas semanas depois de ter recebido a premiere, com a Orquestra Sinfônica de Brasília (Brasil), sob a direção do maestro francês Daniel Lipton , a versão orquestral recebeu uma estréia  em grande estilo .  Após o concerto , eu escrevi ao Sr. Arutunian , dizendo-lhe sobre a estréia . Ele ficou muito satisfeito com a recepção de seu concerto para flauta . Eu me senti honrado pela dedicação e bondade desse homem extraordinário. Depois de ouvir a gravação ele me escreveu uma notinha em ingles ” “Your interpretation is fantastic,  I’m going to make you a foolish compliment: It’s as if I had played it myself.” 

Espero que o seu concerto encontre seu lugar norepertório da flauta . A obra  de Arutunian merece um lugar ao lado dos melhores concertos do século XX , entre  os concertos de Ibert , Jolivet , e Rodrigo Nilsen . Arutiunian me deixou uma lembrança que jamais esquecerei , pois ele não era apenas um grande artista , mas também um homem de bondade extraordinária que compreendeu os fundamentos da humanidade.

Outro grande nome que tive o prazer de trabalhar durante 30 dias seguidos foi Claude Bolling. Eu estava em Paris e tive vontade de conhece-lo, fui apresentado a ele por Jean-Claude Decalonne – proprietário da excelente boutique de instrumentos de sopro de Paris Felling Musique – Lembro da primeira conversa telefonica com o Claude – “ah, Strauss, comme les valses” , lembro nosso primeiro encontro na casa dele , onde todas as formalidades foram postas de lado, não havia nada de monsieur Bolling, la eram James e Claude, descobri suas famosas suites movimento por movimento, regadas por historias das tournees com Jean Pierre Rampal, e posso dizer que aprendi a improvisar e fazer Jazz nessas suites com o Claude. Musica excelente e uma pessoa humana fantastica, ele e sua esposa Irene , me deram um tratamento vip. Isso sem falar na equipe toda desde a secretaria super eficiente Manuelle , ao  Vincent Cordelette , Pierre Maingourd , todos gente finissimas. 

http://www.youtube.com/watch?v=e8QtANSHcQ4 )

 

Outra grande colaboração foi com o compositor Glen Roger Davis, eu o conheci em 2007 durante minha primeira tour nos Estados Unidos. Ouvi seu concerto para piano, e me encantei com sua obra, bastante complexa e interessante de todos os pontos de vista, com bastante influencia da musica Gamelam. Ele escreveu rapidamente o concerto em 2008 para uma orquestra monstruosa e flauta amplificada, só consegui estrear em 2013 com a South Arizona Symphony Orchestra – Obra fabulosa, fiquei muito feliz em ser o responsável pela encomenda. 

 

uma colaboração muito boa foi com o grande regente e compositor Japones Daisuke Soga. Estreei 2 obras fantasticas dele Variaçoes sobre SAKURA e Concerto para flauta cordas e percussao. Daisuke-san é um excelente orquestrador , conhece a orquestra e suas possibilidades como poucos, alem de um inspirado compositor, foi uma grande honra poder estrear seu concerto sob sua direção, o concerto  foi concebido para flautas( Piccolo, flauta e flauta em sol)  e pode-se se dizer que é um concerto bem japones no estilo e na forma, fez grande sucesso com o publico brasileiro.

 

Para 2014-15 tenho algumas grandes colaboraçoes a caminho ! Que venham Marlos Nobre, Philip Glass, Eugene Magalif e Bruce Stoller  

 

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Vida e Carreira

 

O de 2011 foi particularmente bom pra mim!

O ano comecou com uma frutifera viagem a Paris, mais Master-classes na Ecole Normale de Musique, alem de concertos nas redondezas, 45 dias de encontros quase diarios com Claude Bolling, um aprendizado sem par, no fim dos ensaios tive a oportunidade de tocar no Petit Journal, legendario Bar de Jazz frequentado por lendas como Stephane Grapelli, Michel Petricciani, Duke Ellington….Fantastico. Durante minha estada fiz importantes trabalhos de revisao para a Alphonse Leduc em obras de Ibert, Duttileux, Bozza, Gaubert, Taffanel…

Depois na Max Echig descobri um concerto dedicado a Jean Pierre Rampal nos anos 50 que nao foi Estreado, se tudo correr bem em 2012 farei no Rio de Janeiro. Durante todo esse periodo fiz contatos importantes com a familia do compositor Jacques Ibert e a familia de Jean Françaix, para concertos ano que vem.Voltei em julho ao Brasil para tocar um concerto em Homenagem ao saudoso Almeida Prado, um concerto belissimo dentro da Programaçao do Festival Eleazar de Carvalho, tive a chance de tocar com musicos exepcionais como Charles Huang,Daniel Gonçalves,Sonia Muniz, Lachlan Dent, Emma Kgnit…

De Fortaleza voei para Porto Alegre 4137 Km, para estrear a obra Brasil 2010 n.5 para flauta e orquestra de violoncelos do compositor Brasileiro Dimitri Cervo, la conheci musicos extraordinarios como Romain Garioud e Arthur Horning…

De Poa voei para Sacramento California para um recital espetacular com a grande pianista americana Katherine Svistoonoff patrocinado pelo Lyons Club de Sacramento, onde conheci gente espetacular alem da Familia Svistoonoff, a familia Daquipa que me trataram como filho o tempo que passei la. De Sacramento Voei para o Rio de Janeiro, para estrear as Sakura Variations do meu amigo e grande maestro e compositor Japones Daisuke Soga para Flauta e octeto de Violoncelos no Rio Cello Encounter com a UDI Cello Ensemble sob a direcao do amigo  Kayami Satomi, alem de repetir a Serie Brasil 2010 do Dimitri Cervo , sempre com grande sucesso de publico, ainda tive o privilegio nas duas noites cariocas contar com a ilustre Presença da minha queriada amiga e mestra Odete Ernest Dias.

Dois dias a mais que fiquei no Rio Valeram, muito apena, encontro o Roberto Minzcuk por acaso na Cinelandia, que me convidou para uma noite exepcional com Lorin Maazel com a nova OSB com a Eroica de Beethovel, um concerto simplesmente T R A N S C E N D E N T A L ! O Orquestra estava simplesmente  fantastica e o Lorin com total controle de tudo.

Do Rio recebo um telefonema do amigo Julio Medaglia, me convidando para a Orquestra Vera Cruz, volto  a Sao Paulo e na primeira semana de trabalho montamos a 5 de Tchaikovsky e o concerto de Grieg alem de um programa operistico e saiu com um nivel exepcional!

Semana de Folga da orquestra viajo para um concerto solo em Brasilia a convite do amigo Claudio Coehn, um importante concerto com 2 estreas – Jean Françaix – Divertimento composto em 1953 e orquestrado ( e dificultado) em 1974 , tocado pela terceira vez desde 1974 ( http://www.schott-music.com/shop/9/show,151796.html) na versao orchestral. em seguida uma estreia mundial do concerto para flauta e orquestra de Alexander Arutiunian, que era amigo de Prokofieff, Shostakovich…. Um dos melhores concertos de minha vida, um maestro exepcional Daniel Lipton ! A orquestra estava perfeita na mao dele, sobretudo no Jean Françaix que tao dificil pra todo mundo, uma comunicaçao perfeita entre solista-maestro-orquestra, alem de ter tocado 3 bis para uma plateia colorosa e entusiasta.

Entreato – Apos Brasilia fui a Recife ver meu querido pai , que estava internado com um nodulo no Figado, ate agora estou torcendo pra recuperacao dele, fiz um concerto no quarto dele no hospital no ultimo sabado a noite, acho que o deixei mais feliz…no mesmo sabado finalizei algo muito importante: Finalizei a Encomenda a um grande compositor de um concerto que vou estrear em 2013-2014 em varias cidades do mundo e hoje a noite ja recebi o primeiro compasso

….

Infelizmente meu pai veio a falecer no decorrer de varias complicações de um cancer de intestino, um perda enorme, mas tenho certeza que trouxe a ele um pouco de alegria durante minha estada em Recife. O que também serviu para reatar laços perdidos a muito tempo com outro lado de minha familia.

 

De volta a São Paulo, a atividade não cesou um so minuto, Nossa orquestra executou logo em seguida Pedro e o Lobo de Prokofieff e na semana seguinte eu ja estava fazendo um solo , o concerto para flauta de Saverio Mercadante sob a regencia de Julio Medaglia 20 anos depois de meu Debut em Campos do Jordao com ele em 1991.

 

Um ano esta termina do mas 2012  promete : 3  novos concertos para flauta compoostos para mim por Diana Rotaru, Eliezer Elper, Philip Glass…Concertos  em Xalapa – Mexico ( Ibert) –  Madrid ( Joaquin Rodrigo com a Sinfonietta Granada), Kiev com a Philharmonic( Suite de Florent Schimt) , Oslo ( Recital de musica de camara)  Masters Class e um recital em Paris, Em Los Angeles, Fetival Falaut em Napoles… Estou feliz firme forte tanto na Filarmonica Vera Cruz e na Fibras ( Filarmonica do Brasil) , enquanto escreve essas linhas ja estou indo pra minha casa nova feliz. Esse ano limpei minha vida , exclui quem nao valia a pena na minha vida e conquistei novos amigos  e que venha 2012.

 

78 years ago…

Concerto for Flute and Orchestra

Jacques Ibert

BornAugust 15, 1890 in Paris, France

Died February 5, 1962 in Paris

A French original

by James Strauss

“In my concertos I have allotted the instruments the types of themes which correspond to their particular tone qualities and respect their expressive possibilities.” This statement of Jacques Ibert’s certainly applies to his Flute Concerto, written over the years 1932-1933. The work was dedicated to Marcel Moyse, who was the featured soloist in its premiere performance, under Philippe Gaubert’s direction, in Paris on February 25, 1934. Both Moyse and Gaubert, incidentally, were students of the great French flutist and teacher Paul Taffanel, for whom many of the greatest French flute works were written.   Ibert’s Concerto was dedicated to Moyse, who didn’t play it often. In fact, the work lay neglected for many years due to its perceived difficulty. The opening Allegro is based on a perky first theme with a neoclassical shape, and a slower, more languorous second theme. Throughout, the flute is kept constantly busy. A sweet, lyrical Andante follows, the flute’s long-breathed song accompanied by gentle strings. The longest of the work’s three movements is the last, a jazzy Allegro scherzando with a virtuoso solo cadenza; this Finale is such a challenge for flutists that it became a test piece at the Paris Conservatoire.     In Fact the French composer Jacques Ibert  was a contemporary of the vibrant group known as “Les Six” (Louis Durey, Arthur Honegger, Darius Milhaud, Germaine Tailleferre, Georges Auric and Francis Poulenc), which dominated French music between the First and Second World Wars. Probably closer in spirit to Milhaud than the others, Ibert charged much of his music with a wit and irreverence that Erik Satie would have applauded. Although Ibert composed extensively for stage and film, his best music is for orchestra. He was fascinated by the colors and timbres of wind instruments, which figure prominently in his writing. Two of his three concertos are for wind instruments and the third, for cello, features a chamber orchestra consisting of six solo winds plus a string quintet. Ibert wrote his Flute Concerto in 1932  at the behest of distinguished French flutist Marcel Moyse (1889–1984). Moyse introduced the concerto at the Société des Concerts du Conservatoire on February 25, 1934. The brilliant third movement became a test piece at the Conservatoire almost immediately. Moyse remained a champion of the concerto, but its difficulty proved daunting. It was not performed in England or the United States until 1948. Today, the Ibert concerto is acknowledged as a 20th-century masterpiece and a bellwether for virtuoso flutists. The other frequently performed 20th-century flute concerto is Carl Nielsen’s, which is darker and more intense, the Ibert is lighter, more scherzando and overtly technical.

Spanning the centuries: Baroque to contemporary

Ibert was a strong proponent of classical tradition, and the concerto’s three movements adhere to the standard fast-slow-fast arrangement. That stated tripartite structure and dance elements link each movement to the French Baroque suite. We could think of the opening movement as an allemande, the slow movement as a sarabande and the finale as a gigue, but frequent metric changes in all three movements distance the concerto from those older forms. The musical language is distinctly modern. Ibert’s use of 9th, 11th and 13th chords shows his indebtedness to Debussy, Dukas and Roussel.

A torrent of notes 

Two contrasting thematic ideas dominate the first movement: a rapid cascade of staccato 16th notes at the start, countered by a lyrical, expressive second theme. The dazzling 16ths soon return to dominate the active solo part. By inserting measures of 3/8 or 3/4 into an otherwise steady duple-meter pulse, Ibert makes the opening allegro a virtuoso counting exercise for soloist, conductor and orchestra. “Right out of the gate you play running 16th notes. The flutist has to concentrate on projecting above the orchestra, grabbing a breath and capturing Ibert’s jazzy lightness. It’s a challenge to make it sound effortless and French. “I think it’s fun for the audience, too,” said James Galway . Everyone on stage is bubbling over with this torrent of 16th notes. The opening movement provides a really good workout for the first violins. I am  especially fond of the Andante. Muted strings set the scene in D-flat major, and then the flute enters, playing the same melody in a different key. The effect is hauntingly beautiful, And the slow movement provides a break between the athleticism of the outer movements. Ibert father’s died during that time, that  Andante its a Requiem a like. Listeners familiar with Ibert’s orchestral Escales will perceive a comparable atmospheric languor to that work’s central “Tunis/Nefta” movement. After the climax, the serene first theme returns in the solo violin, with decoration from the soloist. The closing Allegro scherzando—the flashy competition piece for the Conservatoire—brings back the mixed meter of the first movement. The occasional measure of 3/4 interpolated in the midst of 4/4 gives the music a jazzy feel. Formally, this finale is a rondo with three principal ideas and the concerto’s only cadenza. The third movement is very well paced, compositionally. For balance, sharp edges, charm and the dazzle factor, Ibert’s concerto is hard to beat. But is unknown to the general public that Ibert was nothing more than cousin of Manuel De Falla,and he was a  great influence   on his career as a composer, that there AllegroScherzando whole atmosphere of the Iberian origin of the composer.

First Recording with Marcel Moyse :

http://www.youtube.com/watch?v=CYcWGz4bFBQ

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The Encore Album

NY CD Review

Brazil has long been known in the music world for the Samba and Bossa-Nova music that grown out of the South American country and spread out across the in recent decades. But, while Samba may be Brazil’s biggest musical export, there is a very strong group of classical musicians that have taken to the national and international stage with their interpretations and arrangements of western classical repertoire. Two of these artists are flautist James Strauss and pianist Semiramis Rima, both based out of Rio de Janeiro. These two world-class performers have recently come together on The Encore Album, a collection of classical works performed by the duo, with the help of violinist Emmanuele Baldini, all of which were arranged by Strauss for the recording. The works featured on the album are a mix of popular classical pieces as well as lesser-know works from their repertoire. The two pieces that most listeners will recognize, whether fans of the classical music genre or not, are the enduring ballad “Ave Marie,” and the feat of technical wizardry “Flight of the Bumblebee.” During the ballad, the flute-piano duo take their time developing the atmosphere of the piece. The tempo is slow to begin with, but the artists wring every last ounce of emotion out of each note and phrase. The melody is interpreted in a personal way, while not straying too far from the composers original intent, and the interaction between the two artists is remarkable, truly a joy to listen to. On the more fiery “Flight of the Bumblebee,” the musicians use the occasion to showcase their polished technical skills, while never letting the tempo get too fast to enjoy. Often times artists will go over the top with this piece as far as the tempo is concerned, challenging their technique, but making it unenjoyable for the audience at the same time. This is not the case on this record. Here, the artists blend musicality with musicianship to create a fun and engaging rendition of one of the most famous pieces in the classical repertoire. While some of the other works on the album will be lesser-known to listeners, they are definitely worth checking out for the uninitiated. Of note are the two works by composer Fritz Kreisler, “Liebslied” and “Schon Rosmarin.” The first work is a slow, but light-hearted affair, featuring a memorable melody line that Strauss expertly interprets. The mix of the instruments on this track is indicative of the rest of the record. Both instruments retain their acoustic qualities, while being mixed in a way that allows both to reach forward when needed, and sneak into the background when appropriate. The mixing and audio quality of this record is absolutely first-rate, one of the reasons this makes for a top-notch listening experience. The second work is more lively, but even at the faster tempo the duo maintains their intuitive interaction throughout. At a little under two minutes in length, this work is one of the shortest on the album, but it’s short duration is filled with energetic melodic phrases, strong accompaniment and the highest level of musicianship, making it stand out as a highlight on a highlight filled album. Overall, The Encore Album is a strong release, one that is both enlightening and entertaining, both qualities of a well-performed and produced collection of classical repertoire. Though Brazil is still known more for its Samba and Bossa musicians, artists such as this duo are going a long way to cement the country as a training ground for some of the brightest classical musicians on the scene today.

Matthew Warnock

http://www.cdbaby.com/cd/jstrauss

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The Brazilian Album


NY CD Review

Review by Wildy Haskell

James Strauss might not be a name that is highly familiar to classical music fans in the United States, but that’s all about to change. The first Brazilian born flautist to earn a Diplomme de Concertiste from the École Normale de Musique de Paris, Strauss has performed recitals, workshops and with orchestras around the world. Noted as an authentic Latin representative of the French School of Flute by no less than master Jean Pierre Rampal, Strauss plays with a depth and intimacy that will remind you of how beautiful the flute can truly be. While Strauss has concentrated on traditional classical works in his other releases, The Brazilian Album works expose some of the seminal flute works of some of the great classical composers of Brazil. Strauss enlisted the assistance of Israeli Virtuosi, and conductor Ada Pelleg, in recording The Brazilian Album. Strauss opens with Francisco Braga’s “Serenata For Flute And Strings”, a gorgeous, lilting piece that’s pastoral in its mien. Every note is precise perfectly placed, with a sense of vibrant energy just beneath the surface. It’s a marvelous introduction – a thing of beauty. “Choro” (Edino Krieger) has a somewhat darker tone, dancing in the playground that lay between traditional classical and “new” music. Strauss takes command, driving the piece with a flute style that vacillates between lyric and frenetic. “Pattapiana” is a world premiere recording from composer Dimitri Cervo that was dedicated to Strauss. Clocking in at 10:05, the piece plays more like a small symphony, featuring some amazing moments of beauty. Cervo’s strong theme recurs throughout, with Strauss raising the bar each time it rears its head. Júlio Medaglia’s “Suite Popular Brasileira” gets its world debut here as well. Presented in four movements, the piece is vibrant and full of a life of its own. “Choro” finds Strauss dancing in frenzy, while the more lyric style of “Seresta” carries with it a pensive feel. “Baiao” carries the sort of theme you’ll be whistling for days – invading your head and refusing to leave. It’s impossible not to feel uplifted upon hearing this movement. The final movement, “Frevo”, is perhaps the most complicated of all, allowing Strauss to show his technical chops while utterly awing listeners with his virtuosity. Some of the runs and acrobatics he performs here on the flute will leave you dumbfounded. “Quatro Coisas For Flute And Strings” is another world premier recording from composer César Guerra-Peixe. It opens with “Preludio”, a dark and foreboding mood piece that’s full of its own Delphian beauty. “Movimentação” has an unsettled feel, with the orchestra building tension beneath Strauss’ uneasy flute lead. “Interlúdio” is a quiet moment of reflection that allows Strauss to spread his musical wings in gorgeous, lonely melody line shadowed by a subtle chorus of strings. All of this resolves in the joyous dance of “Cabocolinho De Pena”, an undeniably happy exclamation as closer. Ricardo Tacuchian’s “Concertina For Flute And Strings” is also heard here for the first time, and was dedicated by the composer himself to Strauss. The opening movement, “Allegro” is dark and full of dissonant harmonies, blending the classical and new styles in an uneasy marriage that discomfits and resolves in unequal measures. Strauss manages all of this with an aplomb that is surprising, but it may not be easy on the ears of those not enamored with 20th Century classical music. “Largo” begins in quieter tones, and offers an interesting interchange between Strauss and the orchestra, but retains a dark, uneasy feel. “Andante – Allegro Vivace” picks a more vibrant pace, but plays like a cacophony rather than a symphony. Instruments intrude on one another; stepping on one another’s lines like people jostling in a ticket queue. All of this is accomplished with a technical precision that is impressive, but the end result is just not easy on the ear. The Brazilian Album closes with a bonus track, a recording of José Mauricio Nunes Garcia’s “Tota Pulchra Es Maria”. Recorded with the Capriccioso Chamber Orchestra (Finland) and Chamber Choir Cantinovum under the direction of Rita Varonen, the piece features Sirkka Lampimaki as a vocal soloist and Strauss as the principal flute soloist. Written in a classical motet style, the piece is an utter work of beauty that brings chills to the listener. Wow. It’s not often, in editorial content that a writer concludes with a single word. But “Wow” is the word. James Strauss plays with a composure and presence that is, at first blush, startling. It is perhaps most surprising that Strauss isn’t touring the world on a par with instrumentalists such as Yo-Yo Ma, Vanessa Mae or Itzhak Perlman. He’s already playing on that level. If there is one complaint about the recording of The Brazilian Album, it’s that the album, at present, is only available in MP3 format. The compressed sound is tinny at times, and doesn’t allow listeners to appreciate the full beauty of what Strauss and Israeli Virtuosi have made here. But all of that aside – Wow.

Rating: 5 Stars (Out of 5) Review by: Wildy Haskell

 

http://www.cdbaby.com/cd/JamesStrauss1

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O Trem da Vida: para Claudia…

Claudia

A primeira foto que tu me mandaste

O Trem da Vida.

“Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais. Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!

Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise. Quantas madrugadas a Claudia entrava no meu vagão com seu humor e carinho inconfudiveis, me mostrando seus dotes literarios, e eu minha música, quantas confissões e desabafos trocamos, ela me viciou no farmville , que eu fechei não faz mas sentido sem vc. Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe. Voce Claudia já esta deixando muitas saudades.
Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão raros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado,pois já haverá alguém ocupando aquele assento.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.

O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse tremsentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza….mas me agarro na esperança que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.”

Onde quer que voce esteja, sempre ocupaste um lugar de destaque no meu vagão!

Um beijinho de volta na pontinha de teu nariz!

J.

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